Uma célula de biocombustível implantado poderá algum dia fornecer energia à dispositivos hospitalares.

Os cientistas implantaram um aparelho movido a glicose para dentro da cavidade abdominal de um rato e medido o seu desempenho durante três meses. O dispositivo é composto de glicose de eletrodos feitos de discos de grafite compactado que contém enzimas que catalisam a oxidação de glicose. Os eletrodos ficar dentro de um saco de diálise que mantém dentro as enzimas, permitem o fluxo de glicose e oxigênio através dos eletrodos.

Glicose gera energia elétrica

Glicose gera energia elétrica

“É bastante interessante o papel que demonstra, pela primeira vez que se pode gerar energia elétrica a partir de fluidos corporais”, diz Itamar Willner, um químico biomolecular na Universidade Hebraica de Jerusalém.

A tecnologia pode ser usada para uma vasta gama de aplicações, tais como estimuladores de crescimento neural e osso, os dispositivos da entrega de medicamentos, bombas de insulina e biosensores, diz Eileen Yu, um engenheiro químico da Universidade de Newcastle. Mas se as enzimas permanecem estáveis por um longo período de tempo é uma preocupação, diz ela. E a eficiência de transferência de elétrons entre as enzimas e os eletrodos deve ser melhorado, diz ela.

Crédito: Universidade Joseph Fourier, Centro Nacional de Investigação Científica

Fonte: TechnologyReview (paǵina em inglês)

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